
A defesa alega que a brasileira sofre de problemas mentais. Ela chegou a ser internada em uma clínica psiquiátrica em Zurique, após o incidente. Mas para o veredicto, o tribunal levará em consideração somente o estado mental de Paula no momento do suposto ataque.
A brasileira disse que estava grávida e que havia perdido gêmeos quando os agressores marcaram, à faca, na barriga e nas pernas, as iniciais "SVP", siglas de um partido de extrema direita suíço.O caso, entretanto, mudou de direção após exames clínicos provarem que a brasileira havia mentido em seu depoimento e após exames ginecológicos atestarem que ela não estava grávida.
O incidente causou comoção não apenas no Brasil, mas também na Suíça. O SVP repetidamente pediu a expulsão da brasileira do país. As informações são do IG.
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