


No depoimento, Durval afirma que Deborah lhe dizia que iria dividir o dinheiro com o procurador-geral de Justiça do Distrito Federal, Leonardo Bandarra. Durval disse que nunca tratou desse assunto com Bandarra.
De acordo com Durval, o pagamento de propina a Deborah começou em 2005, no governo Joaquim Roriz. Ele disse ter conhecido Deborah por intermédio de Cláudia Marques, então assessora especial de Roriz, depois mantida no cargo pelo governador José Roberto Arruda. Cláudia Marques também prestou depoimento. Ela confirmou todas as denúncias contra Deborah feitas por Durval. (Informações do site da revista Época através do Blog do Jornalista Magno Martins).
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